Universidade Corporativa - A educação como ferramenta do crescimento sustentado
Com um forte ranço de um passado nao tao distante assim, o brasileiro conviveu em sua história, com um império manchado pela escravidao, uma chaga em nosso currículo.
Com tamanha mácula a ser superada, nosso povo experimentou comportamentos que deixaram registros em nossa personalidade, que pela ótica do consultor Stephan Kanitz, tornaram o ato de servir ao outro, uma indesejável submissao.
Entre outras, esta marca pode ter-nos deixado profundamente estigmatizados para entender o trabalho como um peso, notadamente como prestadores de serviços. Assim, trabalhar, aparece como um castigo, uma repressao, nao como uma atividade prazerosa.
Seja qual for o segmento em que atuamos, estamos vendendo nossos serviços como trabalhador, despendendo força física e mental, ou seja, nossa competencia. Alguém já disse, que servir é uma arte, e o prestador de serviço se torna um excelente artista, a medida que se esmera ao servir.
Esta competencia, pode ser uma nata virtude ou ainda desabrochar com treinamentos e motivaçoes. Nao é incomum, em nossas empresas, ao aplicarmos programas de treinamentos para os recursos humanos, nos depararmos com talentos que a sombra, nao se revelariam.
Educar, informar, comunicar, treinar, desenvolver, motivar, sao palavras que se analisadas tecnicamente em suas semânticas, jamais poderiam definir condutas iguais, com certeza poderiam fazer profissionais de lingüística experimentarem iras de revolta, porem, tais denominaçoes, por hora, seriam notórios verbetes a facilitar o objetivo deste artigo.
Educar, passar conhecimentos, sao formas de justificar a existencia do saber. Quando em nossas leituras para o aprendizado fomos retirar de algum escrito o novo, alguém ali nos esperava para compartilhar tal afirmaçao. Nao foi a toa que nosso reconhecido compatriota e educador Paulo Freire nos deixou a máxima:
"Quem investe em educaçao acredita na transformaçao".